Documento Histórico Digitalizado

Uma grande novidade para o mundo cristão é a recente digitalização quase total do CODEX SINAITICUS. A idéia dos idealizadores do projeto de digitalização é conceder aos estudiosos e ao público a possibilidade de terem acesso às páginas do documento, de maneira que todos possam compartilhar de suas informações sem danificar o documento (cuja antiquidade apresenta uma série de obstáculos à sua integridade).

Apesar dos internautas não poderem colaborar com traduções e trabalhos em torno do documento, torna-se uma verdadeira fonte de conhecimento sobre as raízes da Cristandade.

- Acesso à página do Projeto de Digitalização -

__________________codex

Escrito no Séc. IV, o CODEX SINAITICUS (Wikipedia) é um documento de importância inestimável, uma vez que é nada menos que um dos poucos originais, escritos à mão da Antiga Bíblia Grega.

Apesar de algumas partes faltarem, o Codex Sinaiticus conta com trechos completos e muitas ‘passagens’ novas, além de possuir frases de interpretações diferentes das atualmente mantidas na Bíblia Moderna. Algumas palavras encontradas em trechos semelhantes foram removidas ou omitidas na Bíblia Moderna, de modo que o texto pode encontrar sentidos distintos ante as várias interpretações atualmente disseminadas.

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Os parceiros atualmente envolvidos na difícil missão de trazer o CODEX ao conhecimento público são os atuais mantenedores de suas partes:

Por quê o Twitter é considerado Web 2.0?

[em 140 caracteres]

@evasques: Talvez porque permita a interação direta entre uma marca e seu público, sem intermediários.

@alexprimo: A arquitetura de participação do Twitter, que motiva a interação em rede, é uma das principais razões.

@exucaveiracover: Só respondo perante meus advogados. [esse cara é doido assim mesmo]

@gpavoni: Web 2.0 é só um marco para a popularização [da Internet]. Mesmo assim, de um cenário global que tem dicotomias locais.

Demarcação Estrutural e Demarcação Conceitual

Mesmo com os exorbitantes números de páginas existentes na Internet atualmente, é fato que grande parte do acesso acaba por se concentrar em grandes sites ou grupamentos de sites, geralmente estabelecidos a partir de identidade, alcance global e inovação.

Como destaques de sites que se transformaram em verdadeiros domos informacionais, podemos apontar aqueles que no passado eram agregadores naturais de internautas: os sites de antigos provedores de acesso que ainda mantém grande parte dos utilizadores da rede no país. Com a visitação condicionada, naturalmente aos seus domínios, estes sites passam de mera referência inicial para agregadores de conteúdo para todos os públicos.

Em torno destes sites, milhões e milhões de usuários estabelecem seu contato com o mundo virtual.

Os domos caracterizados por alcance global são domínios que ultrapassam as fronteiras culturais e se estabelecem a partir da fidelização de públicos amplos, geralmente atraídos por serviços vinculados a entretenimento e comunicação, como os gigantes que reúnem ambas características, como YouTube e MySpace, por exemplo.

Sites inovadores podem sofrer do efeito hype ou não. Alguns, inclusive, são apontados como futuros hypes, mas emplacam e garantem seu espaço. Impossível não citar o Twitter, cujo fenômeno tem dominado a mídia global. Apesar de muita gente indicar que o grande fluxo de novos usuários neste serviço o configura como rede em expansão, muitos outros, ainda céticos, apostam que não passará de mais um hype.

A Estrutura

A organização destes sites como Domos pode ser percebida em dois aspectos distintos e não necessariamente simultâneos.

  1. Estrutural
  2. Conceitual

Para explicar melhor tais pontos, entendamos que a Cartografia da Informação, conceito desenvolvido pelo prof. Jorge Rocha, oferece-nos o melhor ângulo para uma aproximação, ao passo que a Teoria da Complexidade, de Edgar Morin, oferece-nos a melhor idéia de cenário.

Assim estabelecido, entendamos que, para a Cartografia da Informação, faz parte do modus operandi informacional hipermidiático o elemento de ruptura estrutural, ou seja, ante o infinito fractal de informações oferecido pela Internet, estabelecer as melhores articulações narrativas é uma tarefa que demanda a ruptura da narrativa herdada dos demais veículos.

Um número crescente de fontes e frentes de informação oferece um arcabouço cada vez mais complexo para a articulação da informação. Ignorar estas informações e priorizar aquelas que compartilham de um mesmo domínio, pólo informacional, é uma das ações mais características do domo informacional estrutural.

O Conceito

Para além da questão estrutural, ainda há a territorialidade conceitual, estabelecida a partir de um processo mais amplo de demarcação, que contempla não tão somente as especificidades informativas de um ou mais sites, mas avança na capacidade perceptiva da audiência em relação à noção de espaço permitida na Internet.

Assim, é importante lembrar que uma vez que determinados procedimentos e protocolos são estabelecidos consensualmente, voluntariamente ou involuntariamente, há uma generalização de sua proposta, que se espalha quase que viroticamente por todas as comunidades espalhadas mundo afora.

Esta demarcação territorial conceitual é a grande responsável pela percepção contemporânea de que as muralhas do grid de serviços do Google dão conta de toda a expansão explosiva da rede. A partir deste ponto de vista, joga-se alguma luz sobre a sensação de que toda operação realizada no mundo virtual passa, de alguma maneira, pelos domínios Google, assim como no passado passou pelo Yahoo!, Cadê?, UOL, Terra e tantos outros.

Domos Informacionais

A partir da assimilação destes conceitos, caminhemos para uma análise mais ampla da própria idéia de Domo Informacional.

Como domínio organizado, o site que se estabelece como domo, é agregador de conteúdo em subdomínios, que, por sua vez, organiza estruturalmente centenas (e até milhares) de páginas. Ao redor destas páginas e seus subdomínios estabelecem-se comunidades informacionais que podem ser organizadas (fórum, comunidades de redes sociais, etc.) ou não (sistemas de comentários que não criam ambientes participativos permanentes).

Levando em consideração as políticas extremamente rigorosas de tais domos em relação à abertura exigida pela Cartografia, percebemos então que o motivo que os mantém em constante movimento ainda é sua presença ativa na percepção da audiência bruta, por presença global, inovação ou identidade territorial. E o que os mantêm como centralizadores de narrativas, de articulação do conhecimento e inibidores do próprio caráter libertário da web é sua capacidade de consagrar-se como território pétreo, resquício de um momento fetal da Internet, altamente assimilador e reprodutor das práticas massivas do mainstream.

No entanto, é importante que a Web 2.0 seja encarada não apenas como conjunto de variáveis e protocolos pré-estabelecidos, mas sim como perspectiva criativa e desafiadora dos padrões centralizadores da mídia que ainda se adapta às particularidades da Internet, e convulsa ante seus obstáculos.

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A Dimensão do Impacto

deepDe acordo com texto publicado no site do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Minas Gerais, Sérgio Murilo Andrade, presidente da FENAJ, disse que, sobre a decisão do STF, ainda não há idéia sobre a dimensão do impacto.

Mas podemos ter idéia da dimensão do impacto, com certeza.

Uma onda de interessados em ganhar status e fama por assinarem seus nomes em veículos de comunicação assolará o cenário profissional do Jornalismo. Haverá excesso de oferta, queda generalizada no valor dos salários, nas condições de trabalho, na qualidade do trabalho e, óbvio, na seriedade da informação.

Para provar isso basta observarmos uma série de ‘revistas’ que circulam no Interior. São páginas e mais páginas escritas por um conjunto de colaboradores que só falam de moda, veículos, festa, coluna social, nutrição, televisão (novelas) e, geralmente, a matéria especial fala de coisas piores, como a nova performance de um determinado grupo musical.

Nada contra esse tipo de trabalho, mas convenhamos que isso passa longe do tipo de trabalho que um jornalista deve exercer. Qualquer que seja o assunto tratado por ele, criticidade histórica é um ponto primordial.

É claro que nem todos os jornalistas são guiados por ideais nobres e ligam para a importância de seu trabalho, e muitos que o fazem ainda são censurados em seu ambiente de trabalho por interesses externos/empresariais que colocam na balança seu dever e sua sobrevivência profissional.

Esse cenário será agora potencializado por a onda de contratações que podem abalar as estruturas profissionais daqueles que pretendam fazer jornalismo sério e transformar o que já era complicado em um caos absoluto.

Está mais que provado que as empresas de comunicação querem é o que gasta menos e abrem mão, sim, da qualidade em detrimento do menor salário. Vejamos o que acontece de hoje em diante. E vejamos o quão sensatos nossos ministros do STF realmente são.

Muita gente fala que a qualidade do jornalista não é dada pelo curso, mas, o curso ainda era um filtro. Agora, sinceramente, não tenho certeza da segurança dos parâmetros de qualidade, ante as ondas avassaladoras de ‘novos parâmetros’ que estão por vir.

Liberdade de Expressão ou Libertinagem de Expressão?

Mais um comentário.

Ainda não entendi o motivo de tamanho incêndio criado pela mídia em relação ao posicionamento público da Petrobrás ao criar o Blog Fatos e Dados para apresentar mais informações acerca dos questionamentos que a empresa vem recebendo diariamente da Imprensa.

Qual é o problema, afinal? Falemos sério.

Já vi todos os tipos de reclamações da imprensa. No Blog do Noblat, Eurípedes Alcântara, diretor de Redação da Revita VEJA, em um artigo de título ‘Blog da Petrobrás – censura criativa, mas censura’ , disse que tal tipo de atitude só poderia ser tomada em casos que envolvessem relações internacionais e tensão política e militar entre duas nações. Isso beira o absurdo.

Uma posição de força dessa natureza, a meu ver, só faria sentido se fosse iniciativa de uma nação estrangeira contra jornalistas brasileiros em uma situação de guerra externa. Não é esse o caso.

Ora! Sou jornalista. Não atuo nos meios convencionais, mas jamais deixei de exercer meu posicionamento crítico e jamais deixei de fazer crítica aos meus próprios projetos e trabalhos de relevância jornalística.

Em uma situação como essa poderia estar frustrado, até ofendido. Mas, infelizmente, meu bom senso não me permitiria arrastar essa conversa para tempestades de festim. Caberia, ante esta iniciativa avassaladora da Petrobrás, fazer as perguntas certas e insistir em acompanhar suas respostas que deverão ser públicas.

Esse mesmo jornalista da VEJA chega a dizer que a Petrobrás deveria gravar suas respostas e, ‘caso houvesse distorção’ por parte de um veículo de imprensa, a empresa deveria publicar a informação mostrando a resposta autêntica. Mas convenhamos… Em um país onde a Imprensa julga antes do próprio Poder Judiciário, seria esta atitude ‘elegante’ a mais saudável para com o respeito ao povo brasileiro?

Esperar a mídia divulgar para depois, do furacão já semeado, lutar contra o tempo e a massificação do pensamento? Por que não deixar que o leitor faça este julgamento? Que caráter paladinesco é este que a Mídia conclama para si? E quais atos provam estes firmes ideais?

Nunca um canal aberto com o público foi tão decisivo como este blog da Petrobrás pode ser em uma situação pré-CPI.

O apoio das pessoas à atitude do Blog Fatos e Dados é gigantesco. Apesar de a mídia tentar ofuscar o que acontece, é inegável que o apoio ao blog não vem cravado somente no dito blog. Em vários pontos da blogosfera e da twitosfera. Muita gente discutindo criticamente. Muita gente querendo ver no que vai dar tudo isso. De uma coisa todos têm certeza, alguém terá que ceder e quem o fizer deve se preparar para as vastas conseqüências.

Em tempos  de uma CPI da Petrobrás é bom lembrar que não há espaço para maniqueísmo e que nesta história não há São Jorge nem Satanás.

O QUE VOCÊ ACHA DA ATITUDE DO BLOG DA PETROBRÁS?

Sobre o Blog da Petrobrás

Posto abaixo ambos os comentários que postei no blog da Petrobrás e no blog do Träsel, sobre o caso ‘BLOG PETROBRÁS x MAINSTREAMING’

Os links levam aos posts que geraram tais comentários.

Vale lembrar que adaptei o texto para evitar confusões entre a ‘ambientação da opinião’.

[COMENTÁRIO NO BLOG DA PETROBRÁS]

Parabéns à Petrobrás pelo espaço.
A clareza das informações e o palco organizado em seu blog para o debate, a eficiência no intermediar das opiniões e prontidão para avançar no desenrolar dos fatos fazem da equipe por trás do blog uma equipe realmente ciente das potencialidades práticas, jornalísticas e emancipadoras que se pode alcançar com projetos sérios na Internet.

O blog é simples e preciso, dinâmico e organizado. Conteúdo articulado, com definições claras sobre comentários e política do site.

Quanto às informações aqui apontadas pela Petrobrás, lembremos que somos todos fiscais e, em caso de dúvida, basta-nos articular as ações necessárias para verificar e/ou exigir a verificação e autenticação destas informações pelos meios cabíveis, inclusive necessariamente cedidos pelo Estado.

Ciente do teor do próprio material inserido em seu blog, a Petrobrás entra no tudo ou nada, provando a autenticidade de seus fatos e dados ou correndo o risco de falhar catastoficamente ante um público formador de opinião, principalmente sobre as miras telescópicas da mídia que observa cada um de seus passos em busca de um ponto fraco, ou de uma brecha que possa detonar uma fraude ou coisa do tipo, caso haja má-intenção nesta ação pública de empresa.

Vejamos quem está com a razão. De uma maneira ou de outra, um dos dois, Petrobrás ou a Mídia que a ataca, cederá. E quem o fizer estará em maus lençóis.

Fiquemos de olho!

[COMENTÁRIO NO BLOG DO TRÄSEL]

A Petrobrás tem todo o direito de responder publicamente, ipsis literis, toda e qualquer pergunta a ela direcionada, principalmente tratando-se da Imprensa Formal, cujo objetivo, em tese, é transparecer à população tais respostas, alinhando-as com Críticas sérias e profundas. Assim se faz a democracia, em teoria. Em teoria.

Sou jornalista e não acho nada errado, nem imoral, nem sacanagem, manter este espaço. Cabe à mídia sair do marasmo de colher dados brutos e torcê-los. Cabe à mídia fazer análises críticas destas respostas divulgadas e, dentro do (possível) espirito investigativo, levar adiante pontos não contemplados nas respostas, inquirindo-os e cobrando mais informações, mesmo que a Petrobrás venha a responder em seu blog ou qualquer outro canal virtual/digital.

Isso é transparência. Jogo aberto. Cara a cara.
Se a Petrobrás tem o blog para responder, façamos as perguntas certas. Se ela tem algo a esconder, quando sofrer um xeque-mate, será enforcada com a própria corda. Caso contrário, à Mídia resta manter a cobrança, a prudência, a criticidade e o compromisso com o povo.

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Acompanhemos o desenrolar destes ‘FATOS E DADOS’ e o impacto disso na mídia. Muitas máscaras estão por cair, de ambos os lados. Mas, lembremos que, independente de onde vêm às informações, cabe a nós analisá-las CRITICAMENTE e não como mera informação enciclopédica.

URLs no Twitter: Pede-se Cautela

É inegável que o Twitter se alastrou com uma rapidez tamanha que a comunidade de desenvolvedores responsável por torná-lo funcional e eficiente teve problemas por várias vezes com excesso de tráfego. Desde o princípio até recentemente.

O termo baleiando, hoje bem difundido no internetês, tem sua origem no desenho de uma baleia que aparecia nas telas do Twitter quando o serviço de ‘microblogging’ enfrentava lags (lentidão) inconvenientes.

Isso tudo mostra que o Twitter é um dos hypes mais badalados desde o decadente Second Life.

O fenômeno é tamanho que no mês de maio, os principais veículos de comunicação fizeram dele um novo espaço de arregimento de visitantes fiéis. Afinal, estabelecer contato direto com a audiência, como profetizam os profissionais de marketing em relação às potencialidades do Twitter, é uma das grandes jogadas da comunicação moderna.

Mas muito se fala em possibilidades e potencialidades, mas pouco se fala no custo de tais opções, principalmente no que é referente a um tópico sério, mas pouco interessante à grande maioria dos usuários da Internet: a segurança.

SPAMs, Phising, Crise, Coréias e Twitter

O Spam State Report – Maio 2009, famoso relatório mensal da Symantec sobre a dinâmica do spam e das ameaças que circulam na web, aponta que neste último mês as ameaças de spam e phising se equilibraram sobre três grandes pilares do interesse global: a Crise Financeira; a Tensão entre as Coréias e o Sucesso do Twitter.

Ou seja, os grandes temas da atualidade são quase que automaticamente o foco de interesse dos crackers. Dos anúncios de oportunidades de negócios relacionados à grande queda de preços dos veículos, passando pela tensão entre Coréia do Norte e Coréia do Sul até alcançar o Twitter e serviços vinculados.

Muita gente ignora o perigo escondido por trás das máscaras de URLs (também chamados de compactadores de URLs) sem saber que, mesmo veiculadas em serviços que julgam confiáveis, estão recebendo de braços abertos um perigo potencial.

Em 2009, o boom do Twitter trouxe à tona esse tipo de problema. Mesmo sendo um recurso antigo, as máscaras de URLs podem se transformar em veículos eficientes de disseminação de perigos virtuais, de spams e worms até recolhimento de dados sigilosos que podem render anos de muita dor de cabeça.

Máscaras de URLs

Quando se insere um endereço web muito longo no campo de 140 caracteres do Twitter, o caminho é reduzido a uma linha de endereço bem reduzida, de maneira a permitir ao usuário inserir mais informações e deixar seus posts mais precisos e dinâmicos.

Em um primeiro momento, isso parece ser sensacional, mas pode também ser um problema enorme.

Muitas máscaras de urls permitem que o usuário possa, ao passar o mouse sobre o link, ver o real endereço mascarado. Isso é útil quando permite acessar sites nos quais confiamos e identificar, antes de qualquer coisa, para onde o link em questão está apontando.

No entanto, muitos outros serviços de máscaras de URLs não apresentam essa opção, o que os transforma em armas muito úteis aos disseminadores de ameaças digitais.

Quando uma máscara não possibilita a identificação imediata do endereço para o qual aponta, ela pode se transformar em uma armadilha, principalmente se vier inserida no tweet de um conhecido ou pessoa/instituição/entidade/empresa de confiança.

Basta que o cracker aponte o link para uma típica página de phising e a condicione a receber visitantes captados por uma mensagem espalhada no Twitter.

Um exemplo típico seria uma mensagem do tipo “Ganhe dinheiro rápido e fácil com o Twitter!”. Com certeza é o tipo de conteúdo que chama a atenção de grupos amplos de usuários e podem se espalhar por re-tweets com uma velocidade assombrosa.

Quando se clica no link, mascarado e reduzido, mal se pode saber para onde você vai ser levado até que a página em questão seja aberta no navegador.  É possível fechar a página e desconsiderar o link e sua promessa, mas muita gente simplesmente continua no processo, enviando, muitas vezes, informações variadas e/ou sigilosas e recebendo arquivos enviados por estes sites.

Assim, mesmo interessado em um determinado assunto, é vital que um usuário do twitter (ou de serviços do mesmo tipo), esteja muito atento aos endereços mascarados enviados. Mesmo sendo provenientes de contatos tidos como confiáveis, é preciso não arriscar, uma vez que tal contato possa ter feito um re-tweet de uma mensagem maliciosa ou mesmo esteja fazendo o papel de um hospedeiro involuntário das múltiplas ações criminosas praticadas por cibercriminosos.

TwitterFox

Atualmente utilizo o Twitter via TwitterFox, um programa rodado junto com o Firefox que me permite enviar e receber posts, RTs, replies e direct messages, sem ter que, sequer, acessar o domínio twitter.com. Nesta ferramenta recebo, a cada minuto, dezenas de links de amigos, canais de notícias e RTs. Estes links vêm substituídos por variados tipo de máscaras de URL.

Fiz um levantamento de quais destas máscaras permitem que eu veja o endereço real do link no TwitterFox:

urls

As máscaras que não apontam seus links eu evito pelos simples motivo de não poder conferir o endereço mascarado. Mesmo sendo que o link seja enviado por amigos, basta ter ciência que muitas infecções e disseminações de worms ocorrem justamente pelo fato dos hospedeiros não saberem que estão infectados e muita vezes não saberem que estão replicando estas ameaças através de e-mails enviados automaticamente por worms a partir de seus computadores.

PARABÉNS AO TETRIS!

tetris25

VideoPress: Nova aposta da Automattic

Lançamento do WordPress, o VideoPress se propõe à se transformar num grande organizador e gerenciador de vídeos, possibilitando ao usuário fazer fáceis inserções de vídeo em blogs e outras plataformas de conteúdo dinâmico. A grande proposta do VideoPress é receber um arquivo de vídeo em determinado formato e convertê-lo em variadas extensões de arquivo e qualidades, desde HD (high definition) até os típicos formatos comprimidos voltados para a web.

Se VideoPress tiver nascido a partir de projetos sérios e competentes como seu irmão mais velho WordPress, podemos então esperar um novo recurso de vídeos para web, coberto de funcionalidades e dados estatísticos, no melhor estilo Automattic.

videopress

Vacinas 2009

Os links abaixo são para removedores disponibilizados pela Symantec para os worms/trojans/virus que mais fizeram destruição em 2009. Garanta a remoção dessas ameaças. Baixe os arquivos, execute-os e deixe seu computador em segurança. Os links levam direto aos downloads no servidor da Symantec.

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