Demarcação Estrutural e Demarcação Conceitual

Mesmo com os exorbitantes números de páginas existentes na Internet atualmente, é fato que grande parte do acesso acaba por se concentrar em grandes sites ou grupamentos de sites, geralmente estabelecidos a partir de identidade, alcance global e inovação.

Como destaques de sites que se transformaram em verdadeiros domos informacionais, podemos apontar aqueles que no passado eram agregadores naturais de internautas: os sites de antigos provedores de acesso que ainda mantém grande parte dos utilizadores da rede no país. Com a visitação condicionada, naturalmente aos seus domínios, estes sites passam de mera referência inicial para agregadores de conteúdo para todos os públicos.

Em torno destes sites, milhões e milhões de usuários estabelecem seu contato com o mundo virtual.

Os domos caracterizados por alcance global são domínios que ultrapassam as fronteiras culturais e se estabelecem a partir da fidelização de públicos amplos, geralmente atraídos por serviços vinculados a entretenimento e comunicação, como os gigantes que reúnem ambas características, como YouTube e MySpace, por exemplo.

Sites inovadores podem sofrer do efeito hype ou não. Alguns, inclusive, são apontados como futuros hypes, mas emplacam e garantem seu espaço. Impossível não citar o Twitter, cujo fenômeno tem dominado a mídia global. Apesar de muita gente indicar que o grande fluxo de novos usuários neste serviço o configura como rede em expansão, muitos outros, ainda céticos, apostam que não passará de mais um hype.

A Estrutura

A organização destes sites como Domos pode ser percebida em dois aspectos distintos e não necessariamente simultâneos.

  1. Estrutural
  2. Conceitual

Para explicar melhor tais pontos, entendamos que a Cartografia da Informação, conceito desenvolvido pelo prof. Jorge Rocha, oferece-nos o melhor ângulo para uma aproximação, ao passo que a Teoria da Complexidade, de Edgar Morin, oferece-nos a melhor idéia de cenário.

Assim estabelecido, entendamos que, para a Cartografia da Informação, faz parte do modus operandi informacional hipermidiático o elemento de ruptura estrutural, ou seja, ante o infinito fractal de informações oferecido pela Internet, estabelecer as melhores articulações narrativas é uma tarefa que demanda a ruptura da narrativa herdada dos demais veículos.

Um número crescente de fontes e frentes de informação oferece um arcabouço cada vez mais complexo para a articulação da informação. Ignorar estas informações e priorizar aquelas que compartilham de um mesmo domínio, pólo informacional, é uma das ações mais características do domo informacional estrutural.

O Conceito

Para além da questão estrutural, ainda há a territorialidade conceitual, estabelecida a partir de um processo mais amplo de demarcação, que contempla não tão somente as especificidades informativas de um ou mais sites, mas avança na capacidade perceptiva da audiência em relação à noção de espaço permitida na Internet.

Assim, é importante lembrar que uma vez que determinados procedimentos e protocolos são estabelecidos consensualmente, voluntariamente ou involuntariamente, há uma generalização de sua proposta, que se espalha quase que viroticamente por todas as comunidades espalhadas mundo afora.

Esta demarcação territorial conceitual é a grande responsável pela percepção contemporânea de que as muralhas do grid de serviços do Google dão conta de toda a expansão explosiva da rede. A partir deste ponto de vista, joga-se alguma luz sobre a sensação de que toda operação realizada no mundo virtual passa, de alguma maneira, pelos domínios Google, assim como no passado passou pelo Yahoo!, Cadê?, UOL, Terra e tantos outros.

Domos Informacionais

A partir da assimilação destes conceitos, caminhemos para uma análise mais ampla da própria idéia de Domo Informacional.

Como domínio organizado, o site que se estabelece como domo, é agregador de conteúdo em subdomínios, que, por sua vez, organiza estruturalmente centenas (e até milhares) de páginas. Ao redor destas páginas e seus subdomínios estabelecem-se comunidades informacionais que podem ser organizadas (fórum, comunidades de redes sociais, etc.) ou não (sistemas de comentários que não criam ambientes participativos permanentes).

Levando em consideração as políticas extremamente rigorosas de tais domos em relação à abertura exigida pela Cartografia, percebemos então que o motivo que os mantém em constante movimento ainda é sua presença ativa na percepção da audiência bruta, por presença global, inovação ou identidade territorial. E o que os mantêm como centralizadores de narrativas, de articulação do conhecimento e inibidores do próprio caráter libertário da web é sua capacidade de consagrar-se como território pétreo, resquício de um momento fetal da Internet, altamente assimilador e reprodutor das práticas massivas do mainstream.

No entanto, é importante que a Web 2.0 seja encarada não apenas como conjunto de variáveis e protocolos pré-estabelecidos, mas sim como perspectiva criativa e desafiadora dos padrões centralizadores da mídia que ainda se adapta às particularidades da Internet, e convulsa ante seus obstáculos.

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Sobre o Blog da Petrobrás

Posto abaixo ambos os comentários que postei no blog da Petrobrás e no blog do Träsel, sobre o caso ‘BLOG PETROBRÁS x MAINSTREAMING’

Os links levam aos posts que geraram tais comentários.

Vale lembrar que adaptei o texto para evitar confusões entre a ‘ambientação da opinião’.

[COMENTÁRIO NO BLOG DA PETROBRÁS]

Parabéns à Petrobrás pelo espaço.
A clareza das informações e o palco organizado em seu blog para o debate, a eficiência no intermediar das opiniões e prontidão para avançar no desenrolar dos fatos fazem da equipe por trás do blog uma equipe realmente ciente das potencialidades práticas, jornalísticas e emancipadoras que se pode alcançar com projetos sérios na Internet.

O blog é simples e preciso, dinâmico e organizado. Conteúdo articulado, com definições claras sobre comentários e política do site.

Quanto às informações aqui apontadas pela Petrobrás, lembremos que somos todos fiscais e, em caso de dúvida, basta-nos articular as ações necessárias para verificar e/ou exigir a verificação e autenticação destas informações pelos meios cabíveis, inclusive necessariamente cedidos pelo Estado.

Ciente do teor do próprio material inserido em seu blog, a Petrobrás entra no tudo ou nada, provando a autenticidade de seus fatos e dados ou correndo o risco de falhar catastoficamente ante um público formador de opinião, principalmente sobre as miras telescópicas da mídia que observa cada um de seus passos em busca de um ponto fraco, ou de uma brecha que possa detonar uma fraude ou coisa do tipo, caso haja má-intenção nesta ação pública de empresa.

Vejamos quem está com a razão. De uma maneira ou de outra, um dos dois, Petrobrás ou a Mídia que a ataca, cederá. E quem o fizer estará em maus lençóis.

Fiquemos de olho!

[COMENTÁRIO NO BLOG DO TRÄSEL]

A Petrobrás tem todo o direito de responder publicamente, ipsis literis, toda e qualquer pergunta a ela direcionada, principalmente tratando-se da Imprensa Formal, cujo objetivo, em tese, é transparecer à população tais respostas, alinhando-as com Críticas sérias e profundas. Assim se faz a democracia, em teoria. Em teoria.

Sou jornalista e não acho nada errado, nem imoral, nem sacanagem, manter este espaço. Cabe à mídia sair do marasmo de colher dados brutos e torcê-los. Cabe à mídia fazer análises críticas destas respostas divulgadas e, dentro do (possível) espirito investigativo, levar adiante pontos não contemplados nas respostas, inquirindo-os e cobrando mais informações, mesmo que a Petrobrás venha a responder em seu blog ou qualquer outro canal virtual/digital.

Isso é transparência. Jogo aberto. Cara a cara.
Se a Petrobrás tem o blog para responder, façamos as perguntas certas. Se ela tem algo a esconder, quando sofrer um xeque-mate, será enforcada com a própria corda. Caso contrário, à Mídia resta manter a cobrança, a prudência, a criticidade e o compromisso com o povo.

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Acompanhemos o desenrolar destes ‘FATOS E DADOS’ e o impacto disso na mídia. Muitas máscaras estão por cair, de ambos os lados. Mas, lembremos que, independente de onde vêm às informações, cabe a nós analisá-las CRITICAMENTE e não como mera informação enciclopédica.

Crítica de ‘Os 10 Mitos da Internet’ de Karl Albrecht

E continuemos com nosso esforço de rebater as ‘leituras indispensáveis’ da Folha para quem quer conhecer melhor a Internet. De acordo com o jornal, este artigo de Karl Albrecht, chamado ‘Os 10 Mitos da Internet’ é uma leitura obrigatório, uma referência sobre o assunto.

Por aqui, neste espaço blog, temos criticado, de maneira ácida (confesso), os vômitos que Karl Albrecht, um pseudo-guru de tecnologia, tem jogado sobre tudo que se tem de trabalhos sérios sobre o tema de Comunicação Mediada por Computador. Em muitos outros casos, vale ressaltar, o pseudo-guru supracitado, ainda apresenta pontos de vista atrasados, permeados por uma total obsolescência de suas observações acerca da rede mundial de computadores.

Se já não nos bastasse que Albrecht tenha chamado o que ele considera como ‘comunidade mundial’ (aquela nascida dos processos sociais mantidos na Internet) de nomes ‘feios’, ele ainda continua apontando ‘Mitos’ que hoje são tão comuns quanto ler e-mails e visitar o Orkut (no caso dos brasileiros) ou o Facebook (no caso dos europeus).

Em seu mito 04, Albrecht diz que a única comunidade a restar depois que todos migrarem para outra tecnologia ‘será a dos pervertidos, pornografistas, pedófilos, cafetões, piratas e uma miscelânea de desnorteados e descontentes’. Inspirado no teor chinfrim das críticas de Albrecht, não o poupo por seus dizeres proféticos, que não passam, como eu já disse, de bravatas e ruminanças.

Vejamos o Mito 05.

Mito nº 5: a rede mundial revolucionará o marketing. Nem que a vaca tussa. Esse é o mais sagrado dos cânones da “teologia Internet” e é também o menos provável de se concretizar. Na maioria, os que vendem coisas online são pessoas da Internet negociando umas com as outras. Com poucas exceções, o marketing das homepages, o marketing de mala direta em massa e as compras on-line são – e continuarão sendo – uma grande sonolência. Muitas das grandes empresas encaram sua página corporativa na Internet como um modismo ligeiramente mais sofisticado.

“Pessoas da Internet negociando umas com as outras”. Quem estas as ‘pessoas da Internet’? Sinceramente tenho grande dificuldade em entender algumas coisas que escorrem pelos labirintos encefálicos de Albrecht. Avançando em suas palavras, vemos outra grande besteira: “Com poucas exceções, o marketing das homepages, o marketing da mala direta em massa e as compras online são – continuarão sendo – uma grande sonolência”. Podem até ter sido, mas não entendo com que autoridade Albrecht informa que ‘continuarão sendo’. Vejamos alguns números recentes.

  • De acordo com a empresa e-bit, o comércio online brasileiro deverá crescer de 20% a 25% em 2009, superando a marca dos R$10 bilhões de reais. Prevê também que o número de consumidores chegue a 17 milhões neste ano, ante os 13 milhões de 2008.
  • Os artigos mais vendidos na rede foram os Livros, correspondendo a 17% do volume de negócios concretizados em 2008.

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Quando Albrecht fala que “Muitas das grandes empresas encaram sua página corporativa na Internet como um modismo ligeiramente mais sofisticado”, ele mostra mais uma vez sua incapacidade de perceber a evolução dos processos comunicacionais online. Atualmente pode-se comprar um carro sob medida no site da montadora, utilizando as peças e serviços como um self-service. O mesmo tipo de situação se aplica aos mais variados cenários mercadológicos. Tiremos como base a revitalização da Dell após uma série de bem empreendidas ações de marketing online. A própria campanha de Barack Obama, atual presidente dos Estados Unidos, mostra o poder do marketing online quando bem empregado.

Podemos dizer que as considerações de Albrecht sobre o ‘Mito 05’ esvaziam-se à medida que lemos e associamos com nossa realidade. Mais um zero para Albrecht.

Caminhemos para o Mito 06.

Mito nº 6: a Internet eliminará os intermediários. Presumivelmente cada uma dos 40 milhões, 50 milhões ou 100 milhões de pessoas na Internet pode fazer negócios diretamente com cada uma das outras. Se você quiser vender seu carro, basta mandar uns 10 mil anúncios por correio eletrônico e os interessados irão até sua página na Web. Isso pode até funcionar em uma população ao redor de mil pessoas. Mas com milhões de usuários o engarrafamento de informações ainda fará do classificado de US$ 5 no jornal uma opção melhor. Esse mito é um exemplo típico da aplicação do pensamento da “Segunda Onda”, ou seja, marketing de massa, em um fenômeno de “Terceira Onda”, de marketing personalizado. É como um gigantesco programa de entrevistas sem entrevistador. A vasta gama de fontes de dados da mais alta qualidade por si só aumentará a demanda por intermediários, em vez de reduzi-la.

Inacreditável! Depois de tantas contradições e bravatas proféticas, temos que concordar que Karl Albrecht acertou em cheio uma questão. Apesar de não propor nada, o autor, na minha opinião, claro, acerta ao dizer que “a vasta gama de fontes de dados da mais alta qualidade por si só aumentará a demanda por intermediários, em vez de reduzi-la”. Este é o pressuposto da Cartografia da Informação. Precisa-se de orientação dentro do caos informacional que se estende Internet à frente.

A gigantesca quantidade de informações é um grande problema para o processo comunicacional mediado por computadores. A organização deste conteúdo é primordial para que se possa assimilar o conteúdo com menos ruído e mais precisão.

Na Internet 2.0. todos são estimulados a participar, a falar, a manifestar. Organizar as informações oriundas deste estímulos é uma tarefa titânica, mas cada vez mais necessária. Dos mitos apresentados até agora, o mais relevante (talvez o único) é, sem dúvidas, este. Congratulações a Albrecht para esta observação.

 

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Apresentação

Crítica dos Mitos 01 e 02

Crítica dos Mitos 03 e 04

Crítica dos Mitos 05 e 06

Iniciativas como a Carnival of Journalism servem-nos em vários aspectos. Um dos principais talvez seja a possibilidade de alinhar os raciocínios, ou seja, apresentar as idéias e discutí-las de maneira saudável, utilizando o próprio tema da discussão como plataforma para o debate.

Outro ponto interessante é a experiência que o leitor adquire ao navegar por entre desdobramentos variados, oriundos de pontos de vista distintos, conciliatórios ou não, sobre a prática da comunicação e do jornalismo na Internet. A idéia de que um blog funcione como guia de leitura para o tema é sensacional. Um ponto de partida, com breves análises sobre os assuntos abordados, de maneira a oferecer ao leitor uma linha guia, uma sugestão do caminho a seguir. E é sobre isso que pretendo conversar um pouco com todos.

Nesta primeira edição do Carnival of Journalism no Brasil, uma série de especificidades da Internet foi colcada em prática. A primeira delas, senão, coincidentemente, a mais antiga, foi a organização do evento através de uma lista de e-mails, um discussion group. Nada mais interessante que começar um projeto a partir de onde o próprio projeto Internet começou: trocas de mensagens, trocas de emails. A partir daí o contato entre os interessados foi se intensificando até que outros entraram no projeto. O professor e jornalista Jorge Rocha estabeleceu uma lista de nomes e blogs para facilitar a vida de todo mundo. Para que todos também se conhecessem melhor. Aqui está o outro ponto interessante, também típico da Internet e uma de suas mais potentes facetas: o do it yourself. Eu, particularmente, conheço pouco de programação de sites e/ou computadores e valendo-me dessa ignorância sou utilizador de ferramentas de rápida edição de conteúdo online, como os servidores de blogs. E também percebo que muitos dos blogs participantes deste projeto utilizam-se de serviços no esquema do it yourself. Desde serviços de indicação de conteúdo até gadgets que acompanham outros serviços de conteúdo, como Twitter e por aí vai.

Todos nós blogueiros, de alguma maneira ou de outra, estamos imersos e fazendo imergir na Web 2.0. Cada vez mais conciliamos nossa produção jornalística às parafernálias distribuídas por centenas de serviços na Internet. Existem blogs com tantos gadgets reunidos que fica difícil achar o que se pretende ler. Mas isso é uma questão de estrutura, não de competência jornalística. Mas a questão a ser percebida e pensada aqui é como, desde sua criação, a Internet tem servido como base de lançamento para milhares de programas inovadores, que facilitam nossa vida e nos permitem encarar o mundo virtual e o mundo real com outros olhos. Serviços como NetVibes e iGoogle são organizadores de serviços, transformando o computador em uma base de informações gigantesca, todas a serviço da vontade do usuário.

Cada vez mais recursos estão reunidos dentro e fora da plataforma dos navegadores. No mundialmente conhecido Orkut, por exemplo, pode-se saber se algum contato está online no GTalk, que é um programa, rodado por fora dos padrões dos navegadores. Assim como o iGoogle e o próprio NetVibes permitem que se tenha acesso às caixas postais de servidores de email variados.

Retornando ao raciocínio; outro ponto que acho valioso de se ressaltar é a abertura de navegação possibilitada pelos uso 2.0. da rede. Em qual lugar do planeta pensaria-se que um jornal fizesse redirecionamento de seus leitores a outro jornal? Pois é o que acontece aqui e na comunidade blogueira de maneira geral. Não há porque tentar aprisionar a audiência. A grande jogada é abrir o conteúdo, oferecer caminhos e tentar se estabelecer como um vendedor de mapas, de linhas de leitura, de possibilidades de narrativas, ou, ao menos, mostrar os pontos-chave e deixar que cada um faça o caminho que quiser. E é aqui que percebo a Cartografia da Informação.

Em mares turbulentos e recheados de um caos informacional fractal, oferecer possibilidades de narrativa é o papel do jornalista. Não se pode mais controlar a inserção de conteúdo na rede. E jamais deveria-se, sequer, pensar em tal saída, mas, como pode-se perceber, se dependêssemos de alguns magnatas da mídia, ainda estaríamos copiando e colando matérias tradicionais para vitrines empoeiradas de sites pouco dinâmicos e nada funcionais.

Deve-se trabalhar com o inevitável e o inevitável é que a audiência, sob as flâmulas da Internet, nunca mais será a mesma. Ao profissional ou entusiasta do jornalismo que pretende sobreviver na Rede, cabe a tarefa de oferecer caminhos e aceitar sugestões e críticas, transformando a informação em uma troca de experiências, transformando parágrafos secos em diálogos com o público.

Poderíamos ir longe nessa discussão se ainda nela inseríssemos questões relacionadas à convergência de mídias, podcasts, webTV, simuladores massive, Google Earth e tantos mais. Mas ficamos por aqui, por enquanto.

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Vários blogs irão publicar textos sobre jornalismo online nesta quarta-feira na primeira rodada da Ciranda e, a cada mês, um deles fará uma espécie de guia de leitura: um resumo de cada texto e um link para o endereço onde ele se encontra. É o modelo dos Blogs Carnivals, que por aqui André Deak está chamando de Ciranda de Textos.

Leia a opinião de outros blogueiros que participam desta rodada e escreva também. Basta dar uma lida sobre a idéia no blog do Deak e seguir em frente:
André Deak – www.andredeak.com.br
Libellus – http://www.anabrambilla.com/blog – Ana Maria Brambilla
O Jornalismo Morreu –
http://www.verbeats.org/blogs/exu – Jorge Rocha aka JR
Pedro Penido –
www.meiodigital.wordpress.com / www.tempusfugere.blogspot.com
Bruno Rodrigues – http://bruno-rodrigues.blog.uol.com.br

ius communicatio – http://www.verbeat.org/blogs/gabrielazago – Gabriela Zago
Raquel Camargo –
www.raquelcamargo.blogspot.com
Anderson Costa – www.andersoncosta.org/blog www.velocidade.org
Carlos d’Andréa – novasm.blogspot.com
Flavia Garcia – http://ideiasdetodos.blogspot.com/
Lia Seixas http://generos-jornalisticos.blogspot.com