Senhores da Guerra e da Terra

Estratégia, política, diplomacia e muita ação!  Estes são os elementos que constituem as bases de Mount & Blade, publicado pela Taleworlds.com.

mountbladeElaborado sobre uma engenharia simples e, ao mesmo tempo, muito atraente, o jogo oferece um grande papa com cidades, feudos, vilarejos e povos em guerra. Sua missão é cavalgar por este mundo e estabelecer uma vida, reunindo soldados, vilarejos e cidades, participando de guerras em larga escala entre nações inteiras.

Além disso, a mecânica de Mount & Blade atrai pelas simplicidade e, ao mesmo tempo, riqueza de possibilidades. Pode-se ser desde um simples mercador até um senhor da guerra. Pode-se ser um franco defensor de um reino ou seu maior algoz assaltante de caravanas.

Entre todos estes recursos, o toque de ouro vai para as simulações de combate, que jogam o jogador à frente de seus homens em uma batalha campal que envolve cavaleiros brandindo espadas, lanças e machados, soldados de infantaria, arqueiros e mercenários, em cenas de ação dinâmicas e táticas.

Vale a pena conhecer e jogar Mount & Blade e procurar pelas opções de ‘novos módulos’ espalhadas na Internet. Novas ambientações e muitos novos cenários, personagens, reinados e aventuras estarão à sua frente.

recomendacao

Estratégia e Aventura

Ação, estratégia, aventura, perspicácia e muita diversão. Warhammer – Mark of Chaos inova no atualmente  batido gênero da estratégia de civilizações, ou seja, jogos que nasceram sob as flâmulas incandescentes da dupla Age of Empires (Microsoft) e Warcraft/Starcraft (Blizzard).

Desde que ambos os estúdios entraram em uma verdadeira guerra pelo desenvolvimento deste tipo de jogo, muitos outros vieram e saíram, como o interessante Rise of Nations, da própria Microsoft, e outros que não obtiveram tanto sucesso, como Empire Earth.

De fato a chegada de Warcraft III semeou profundas modificações nesta categoria de jogos, uma vez que mudou o foco dos jogos para os famigerados “heróis”. Assim, as unidades de combate, como infantaria e demais opções geradas pela reunião de recursos, construção de edifícios e avanço tecnológico, tornaram-se obsoletas ante a implacável força dos “heróis” em vários aspectos.

Além disso, a combinação de poderes dos heróis levou o jogo para fugir de elementos mais táticos em detrimento do fortalecimento de um processo mais de ação, ou seja, o jogo ficou menos “estratégico”.

Assim, Warcraft III abriu espaço para mods, como DOTA, que levaram mais à frente ainda os elementos da ação em detrimento da estratégia a longo prazo, como acontecia antes nas edições 1 e 2 de Age of Empires e Warcraft.

Warhammer – Mark of Chaoes, reabre as portas para a estratégia alicerçada por elementos táticos a longo prazo. Apesar de não ser estruturado a partir da contrução de edifícios e avanços tecnológicos, Warhammer MoC avança profundamente em um ponto que até então não havia sido explorado por outros jogos do tipo: experiência distribuída pelas unidades, isto é, cada exército envolvido no jogo tem plenas capacidades de receber upgrades, receber itens variados e reunir habilidades especiais. Além disso, os heróis que acompanham estas tropas evoluem seus poderes a partir da distribuição de pontos de experiência, alcançando poderes e habilidades maiores que podem influenciar diretamente a performance das tropas em campo.

Unidades

Com menos raças envolvidas em jogo que seu antecessor Warhammer – Soulstorm, que até então havia dado novo impulso aos jogos de estratégia a longo prazo, semelhante a Age of Empires e Warcraft (versões 1 e 2 de ambos), Warhammer – Mark of Chaos investe pesado na construção da experiência de jogo do jogador. Em seu extenso modo de campanha, as unidades vão sendo apresentados no decorrer de um enredo muito bem articulado.

Elfos, Greens (Orcs e Goblins), Chaos e Humanos, com a participação de unidades especiais, como dragões, trolls, gigantes, ciclopes, anões, ratos gigantes e demônios, são organizados em unidades  de infantaria, arqueiria, cavalaria, siege (equipamentos de cerco) e unidades especiais, como goblins de artilharia e campeões desenvolvidos ao longo da evolução de cada exército.

Gráficos

Além disso, Warhammer ganha mais um ponto positivo no enlace de seus elementos gráficos com sua engenharia de jogo. A câmera tem grande mobilidade em um universo 3d muito bem trabalhado, rico em detalhes e efeitos especiais, que podem ser adaptados para máquinas com menor performance, ao custo da redução destes detalhes.

Com esta mobilidade de câmera e ajustes de zoom, pode-se aproximar de unidades ao ponto de acompanhar, em detalhes, o combate sangrento e desenfreado presente nas linhas de frente, e também acompanhar os encontros épicos dos líderes dos exércitos (campeões e heróis), que duelam entre os combates. A derrota de um deles altera profundamente o Moral das tropas correlegionárias.

Os detalhes estão espalhados pelo cenários, que contam com grande riqueza de elementos, indo desde bandos de pássaros de rapina que seguem as trilhas dos mortos, até o reflexo das tropas em espelhos d’água e o vento arrastando as folhagens de árvores e arbustos.

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LINKS:
Site oficial

Estratégia de Primeira, outra vez!

Sid Meier é sem dúvida um dos grandes designer de jogos eletrônicos. Pode-se dizer até que ele foi coroado com o dom de Midas, afinal, sempre que o nome Sid Meier (ou de seu sócio Bryan Reynolds) aparece em algum jogo, pode ter certeza que o jogo não vai decepcionar.

Prova disso são alguns dos títulos sob a bandeira das empresas pelas quais passou Sid Meier:

(lista dos jogos que já joguei e recomendo)

  • Spitfire Ace (1982)
  • F-15 Strike Eagle (1985)
  • Sid Meier’s Pirates! (1987)
  • Railroad Tycoon (1990)
  • Civilization (1991)
  • Colonization (1994)
  • Civilization II (1996)
  • Magic: The Gathering (1997)
  • Sid Meier’s Gettysburg! (1997)
  • Sid Meier’s Alpha Centauri (1999)
  • Civilization III (2001)
  • Sid Meier’s Pirates! (2004)
  • Civilization IV (2005)
  • Sid Meier’s Civilization IV: Colonization ( 2008 )

Integrando os recursos de Diplomacia já consagrados em Civilization, Sid Meier dá um novo toque às negociações com a Coroa e povos vizinhos nas terras do Novo Mundo (cenário de Colonization).

Além disso o jogo foi reescrito sob a engenharia gráfica e funcional de Civilization IV, misturando assim excelência gráfica com interface prática e estratégia flexível. Não se trata de um “mod” para Civilization IV, e sim um novo jogo criado a partir do sucesso de Civ IV. A experiência de Civilization IV – Colonization em modo multiplayer é excelente. Eu recomendo.

Links:
Fireaxis
Sid Meier’s Legacy
Colonization 2008