Crusader Kings 2: Pressão dos Fãs

Depois de mais de 1 ano sendo um dos tópicos mais discutidos e apoiados no fórum da Paradox, a empresa resolveu lançar uma campanha iniciada no Facebook, chamando todos os jogadores a reunirem suas vozes e exigirem uma continuação.

De acordo com a Paradox a idéia é simples: basta aparecerem mais de 25 mil jogadores pedindo o jogo e ela promete lançar a tão esperada segunda etapa do jogo.

Crusader Kings é um jogo considerado cult entre os jogadores de jogos de estratégia e simulação. A complexidade do jogo gira em torno das complexas relações entre os milhares de nobres envolvidos nas questões políticas, religiosas, econômicas e militares da Europa Medieval.

O mapa onde se desenrola o jogo é composto por centenas de feudos e você pode jogar controlando um ou dois (como barão), um conjunto deles (como um conde) ou muitos (como um rei).

Todas as suas ações, diplomáticas ou militares, alteram variáveis que enviam o jogo a novos rumos. Milhares de características e habilidades vão sendo acopladas ou removidas dos personagens do jogo. Como Crusader Kings não trata de um país (reinado) apenas, ele é classificado como um jogo de Construção de Dinastias, uma vez que os filhos herdam as terras dos pais e o jogo continua.

Espera-se muito que em sua segunda versão, Crusader Kings agilize a leitura de informações durante o jogo, deixando-o mais dinâmico, além de inserir uma interface multiplayer original e novas possibilidades diplomáticas sejam inseridas.

Apoie aqui: http://www.facebook.com/Crusaderkings#!/Crusaderkings?ref=mf

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Horas de Diversão com Pharaoh

Pharaoh & Cleopatra

Sem dúvida alguma os jogos de estratégia encontraram excelente ponto de vazão nos computadores. A possibilidade de trabalhar com mouse e teclado ao mesmo tempo abre um leque de opções quase inesgotável, erguendo um cenário muito promissor para os complexos jogos de estratégia.

Convenhamos que competir nesse mercado não é tarefa fácil, principalmente pelo fato do alto níve de replayability que este tipo de jogo tem. O jogo quase nunca se repete. Por isso alguns reinam soberanos, como Colonization, Civilization, Age of Empires, Starcraft, Rise of Nations e, claro, Pharaoh (e sua continuação Cleopatra).

Lançado no Brasil, em português, o jogo fez muito sucesso entre os apreciadores da boa estratégia. E se tornou referência entre aqueles que o aproveitaram. O sucesso de Pharaoh foi tão grande que logo depois um outro jogo, utilizador se sua estrutura e mecânica, Caesar, teve 4 continuações.

Jogabilidade muito intuitiva, animações bem feitas, cenários instigantes e desafiadores e a possibilidade de traçar o futuro do Egito Antigo com níveis de sucesso diferentes são algumas características positivas. Outro ponto interessante é a construção dos monumentos, que demandam enorme esforço do jogador e de seu império.

Pharaoh prima pela capacidade analítica do jogador em relação ao cenário mutável de suas cidades, do ponto de vista estrutural, econômico, militar, cultural e sanitário. Sem se falar na relação com o Faraó e com os muitos deuses do panteão egípcio.

Tenho jogado Pharaoh e sua expansão Cleopatra e posso dizer que a diversão está garantida, e os desafios também.

Review: Mount & Blade

Senhores da Guerra e da Terra

Estratégia, política, diplomacia e muita ação!  Estes são os elementos que constituem as bases de Mount & Blade, publicado pela Taleworlds.com.

mountbladeElaborado sobre uma engenharia simples e, ao mesmo tempo, muito atraente, o jogo oferece um grande papa com cidades, feudos, vilarejos e povos em guerra. Sua missão é cavalgar por este mundo e estabelecer uma vida, reunindo soldados, vilarejos e cidades, participando de guerras em larga escala entre nações inteiras.

Além disso, a mecânica de Mount & Blade atrai pelas simplicidade e, ao mesmo tempo, riqueza de possibilidades. Pode-se ser desde um simples mercador até um senhor da guerra. Pode-se ser um franco defensor de um reino ou seu maior algoz assaltante de caravanas.

Entre todos estes recursos, o toque de ouro vai para as simulações de combate, que jogam o jogador à frente de seus homens em uma batalha campal que envolve cavaleiros brandindo espadas, lanças e machados, soldados de infantaria, arqueiros e mercenários, em cenas de ação dinâmicas e táticas.

Vale a pena conhecer e jogar Mount & Blade e procurar pelas opções de ‘novos módulos’ espalhadas na Internet. Novas ambientações e muitos novos cenários, personagens, reinados e aventuras estarão à sua frente.

Review: WARHAMMER – Mark of Chaos

recomendacao

Estratégia e Aventura

Ação, estratégia, aventura, perspicácia e muita diversão. Warhammer – Mark of Chaos inova no atualmente  batido gênero da estratégia de civilizações, ou seja, jogos que nasceram sob as flâmulas incandescentes da dupla Age of Empires (Microsoft) e Warcraft/Starcraft (Blizzard).

Desde que ambos os estúdios entraram em uma verdadeira guerra pelo desenvolvimento deste tipo de jogo, muitos outros vieram e saíram, como o interessante Rise of Nations, da própria Microsoft, e outros que não obtiveram tanto sucesso, como Empire Earth.

De fato a chegada de Warcraft III semeou profundas modificações nesta categoria de jogos, uma vez que mudou o foco dos jogos para os famigerados “heróis”. Assim, as unidades de combate, como infantaria e demais opções geradas pela reunião de recursos, construção de edifícios e avanço tecnológico, tornaram-se obsoletas ante a implacável força dos “heróis” em vários aspectos.

Além disso, a combinação de poderes dos heróis levou o jogo para fugir de elementos mais táticos em detrimento do fortalecimento de um processo mais de ação, ou seja, o jogo ficou menos “estratégico”.

Assim, Warcraft III abriu espaço para mods, como DOTA, que levaram mais à frente ainda os elementos da ação em detrimento da estratégia a longo prazo, como acontecia antes nas edições 1 e 2 de Age of Empires e Warcraft.

Warhammer – Mark of Chaoes, reabre as portas para a estratégia alicerçada por elementos táticos a longo prazo. Apesar de não ser estruturado a partir da contrução de edifícios e avanços tecnológicos, Warhammer MoC avança profundamente em um ponto que até então não havia sido explorado por outros jogos do tipo: experiência distribuída pelas unidades, isto é, cada exército envolvido no jogo tem plenas capacidades de receber upgrades, receber itens variados e reunir habilidades especiais. Além disso, os heróis que acompanham estas tropas evoluem seus poderes a partir da distribuição de pontos de experiência, alcançando poderes e habilidades maiores que podem influenciar diretamente a performance das tropas em campo.

Unidades

Com menos raças envolvidas em jogo que seu antecessor Warhammer – Soulstorm, que até então havia dado novo impulso aos jogos de estratégia a longo prazo, semelhante a Age of Empires e Warcraft (versões 1 e 2 de ambos), Warhammer – Mark of Chaos investe pesado na construção da experiência de jogo do jogador. Em seu extenso modo de campanha, as unidades vão sendo apresentados no decorrer de um enredo muito bem articulado.

Elfos, Greens (Orcs e Goblins), Chaos e Humanos, com a participação de unidades especiais, como dragões, trolls, gigantes, ciclopes, anões, ratos gigantes e demônios, são organizados em unidades  de infantaria, arqueiria, cavalaria, siege (equipamentos de cerco) e unidades especiais, como goblins de artilharia e campeões desenvolvidos ao longo da evolução de cada exército.

Gráficos

Além disso, Warhammer ganha mais um ponto positivo no enlace de seus elementos gráficos com sua engenharia de jogo. A câmera tem grande mobilidade em um universo 3d muito bem trabalhado, rico em detalhes e efeitos especiais, que podem ser adaptados para máquinas com menor performance, ao custo da redução destes detalhes.

Com esta mobilidade de câmera e ajustes de zoom, pode-se aproximar de unidades ao ponto de acompanhar, em detalhes, o combate sangrento e desenfreado presente nas linhas de frente, e também acompanhar os encontros épicos dos líderes dos exércitos (campeões e heróis), que duelam entre os combates. A derrota de um deles altera profundamente o Moral das tropas correlegionárias.

Os detalhes estão espalhados pelo cenários, que contam com grande riqueza de elementos, indo desde bandos de pássaros de rapina que seguem as trilhas dos mortos, até o reflexo das tropas em espelhos d’água e o vento arrastando as folhagens de árvores e arbustos.

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LINKS:
Site oficial

Review: Sid Meier’s Colonization – remake 2008

Estratégia de Primeira, outra vez!

Sid Meier é sem dúvida um dos grandes designer de jogos eletrônicos. Pode-se dizer até que ele foi coroado com o dom de Midas, afinal, sempre que o nome Sid Meier (ou de seu sócio Bryan Reynolds) aparece em algum jogo, pode ter certeza que o jogo não vai decepcionar.

Prova disso são alguns dos títulos sob a bandeira das empresas pelas quais passou Sid Meier:

(lista dos jogos que já joguei e recomendo)

  • Spitfire Ace (1982)
  • F-15 Strike Eagle (1985)
  • Sid Meier’s Pirates! (1987)
  • Railroad Tycoon (1990)
  • Civilization (1991)
  • Colonization (1994)
  • Civilization II (1996)
  • Magic: The Gathering (1997)
  • Sid Meier’s Gettysburg! (1997)
  • Sid Meier’s Alpha Centauri (1999)
  • Civilization III (2001)
  • Sid Meier’s Pirates! (2004)
  • Civilization IV (2005)
  • Sid Meier’s Civilization IV: Colonization ( 2008 )

Integrando os recursos de Diplomacia já consagrados em Civilization, Sid Meier dá um novo toque às negociações com a Coroa e povos vizinhos nas terras do Novo Mundo (cenário de Colonization).

Além disso o jogo foi reescrito sob a engenharia gráfica e funcional de Civilization IV, misturando assim excelência gráfica com interface prática e estratégia flexível. Não se trata de um “mod” para Civilization IV, e sim um novo jogo criado a partir do sucesso de Civ IV. A experiência de Civilization IV – Colonization em modo multiplayer é excelente. Eu recomendo.

Links:
Fireaxis
Sid Meier’s Legacy
Colonization 2008

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