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REDE SOCIAL DIFERENCIADA

Mesmo estando ainda em sua versão Beta, o Webbr promete ser um passo à frente para a organização de pessoas em redes sociais. Escapando da retangularização da navegação, o Webbr oferece a seus utilizadores uma versão gráfica interessante e funcional, que muito lembra os “MindMaps” hoje tão comuns em sistemas web2.0.

Vale a pena conhecer! Veja a estrutura da rede.

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Apenas uma pergunta. Espero respostas de vocês, meus amigos leitores:

esqudrinhando.jpgQUAL O PAPEL DA INTERNET NA ARTICULAÇÃO SOCIAL?
- Quem quer comandá-la? Por quê?
- Qual a inserção da Internet na esfera pública?
- Mídias Sociais é o novo termo na onda da rede. Por quê?
- Lidando com o inevitável, como acredita que estarão as coisas daqui 10 anos, em termos sócio-estruturais (não em tecnologia)?
- Qual a real presença da Internet no campo da Comunicação Social?

- Para participar, leia como funciona o projeto.

O que são Mídias Sociais?

Tem muita gente falando em Mídias Sociais como se fosse o “próximo hit”, ou seja, como se fosse mais uma fase da web a ser explorada financeiramente até os últimos resquícios. De fato, todos que pretendam trabalhar na web têm que começar a pensar em projetos sérios que tragam algum retorno, mas, para tanto, não adiantar querer dar nó em pingo d’água.

O termo Mídias Sociais, ou SocialMedia, vem sendo muito discutido nos mais variados espaços de debate envolvidos na web brazuca. Mas o que se fala em Mídia Social? E o que se faz em Mídia Social?

Primeiramente, este termo aloca grandes avanços consagrados pela web2.0, ou seja, a valorização da participação da audiência, abertura de conteúdo, construção de redes alternativas ao mainstream, valorização do debate em detrimento do vômito de informação, maior capacidade de explorar os recursos da rede para o tecer de narrativas mais elaboradas, utilizadoras dos mais variados avanços tecnológicos disponíveis no mundo da telemática contemporâneo. Mas o que deve mudar ao se pensar em SocialMedia???

Exatamente o pensamento. Deve-se mudar a maneira de se encarar internet. Chega de vê-la, pensá-la e utilizá-la apenas como instrumento, ferramenta ou terreno virtual. Com a consolidação dos ambientes 2.0, ficou muito visível o peso que a organização da audiência vem tomando no próprio ato da comunicação social. Veículos do mainstream que valorizam velocidade e imensos catálogos de conteúdo começam a perceber que a produção da audiência é muito mais saborosa, menos maquínica e cheia de surpresas.

Precisamos perceber, no entanto, que o grosso da população brasileira ainda está fora da Internet. Assim, não adianta valorizar uma potente produção de conteúdo se o canal de vazão deste conteúdo ainda continuar sendo a pequena porcentagem da população que têm acesso fácil à Internet. Mas que inclusão digital está sendo feita? Ainda temos pessoas morrendo em filas de hospitais. É difícil falar em Inclusão Digital se a todo instante estamos trombando com uma voraz Exclusão Social.

Acho preocupante que tanto falemos em Mídias Sociais sem, na verdade, nos debruçarmos sobre um problema complicadíssimo: Inclusão Digital sem Inclusão Social é Instrumentalização Técnica. E quem será que ganha com isso?